Os Sete Orixás do Aumbhandhan:
Xangô: Signos; Sagitário e Peixes:
É conhecido como o Senhor da justiça, no entendimento popular. O Fogo. Em inúmeras lendas é tido como impetuoso e implacável, representando somente o medo que expressa à consciência dos homens, pois cada sabe de si e não há como si esconder de si mesmo. Si a um primeiro julgamento de atitudes este é impresso na mente de cada um. A Lei Karmica é apenas um reflexo de nosso interior, nem mais nem menos. Penetremos levemente nalgum mito de Xangô mais relacionado ao movimento Umbandista.
Determinado Itán, da cultura Yorubá revela-nos ter Xangô em seu palácio 12 ministros: a alusão as 12 casas zodiacais é evidente, sendo que tal fato vela um mistério a respeito dos 12 Discípulos do Cristo, que não podemos revelar a massa. Basta dizermos que Xangô no Taro é representado pelo Arcano 13, cuja numerologia sagrada revela o 10+ 3 ou Y + G, resultando em YANGI, a proto forma, ou YANGÔ, O FOGO POTENCIALISADOR DAS ALMAS, o que por si só já revela muito aquém consegue vislumbrar a quem consegue ver através do mito. Pois a raiz YNG, ou AGNI significa o Fogo Divino.
Com efeito, Xangô revela em sua parte oculta “O SENHOR DO FOGO CELESTE, ou O SENHOR DIRIGENTE DAS ALMAS.
Analisemos em conjunto o Xangô Yorubá, o Xingu de nossos Índios, o Thor/Tyr escandinavo e o Zeus/Júpiter dos gregos e o Indra dos Hindus que encontraremos expressos os mesmo Arcanos. Entre os Bantos, Xangô toma o nome de Ozaze, que por si só possui relação fonética com Zeus lembrando que entre os latino a pronuncia original de Júpiter era Ziaus – Pitar, que tornou-se, nas liturgias católicas em Deus –Pai. Thor/ Tyr, entre os escandinavos representavam duas Divindades diferentes, embora é evidente que tenham a mesma raiz comum. Thor, primitivamente era chamado Donnar, ou ainda ANDVARA, sendo conhecido como Deus do trovão e dos raios, enquanto Tyr era o Deus da Justiça.
Anterior a ambos é o Deus Celta TARAN, que reunia em si os dois atributos, o do julgamento e o da execução através do raio. Taran, em Galês, Cornualio e Bretão, traduzem-se como o raio celeste. O INDRA ou INDARA dos Hindus possuía as mesmas características do Thor / Andvara escandinavo. Xingu e Xangô, é evidente, são a mesma entidade separadas por continentes, mais não por tradição.
Todos estes nomes, através de suas raízes, se identificam bem com o “AN”, ou novamente o “ IN” ou o “Z”, que nas língua Templarias, mais especificamente o Abanheenga remete-nos ao Fogo das Almas, (Na- Almas; Z ou Tzil, o raio ou fogo do céu). Temos ainda, a constante presença das letras sagradas D, O e R, que são segundo a coroa do verbo mais ligadas ao orixá Xangô.