
Os Sete Orixás do Aumbhandhan:
Orixalá: Signo: leão:
Este nome litúrgico é o mesmo do antigo Osíris egípcio, cujo pronuncia correta era Oshy- Rá, o Deus-Sol. Esta pronuncia foi guardada pela Raça Negra, e derivou-se do termo Araxalá, da língua Abanheenga, da primeva Raça Vermelha. O Gerador. A energia Espiritual. As relações do nome Divino Orixalá com o das antigas liturgias é patente, devido ao fato de raça negra haver guardado com mais afinco grande parte da tradição eterna em seus termos litúrgicos, derivados da Raça Vermelha. Orixalá, com já foi visto, traduz-se por ALUZ DO SENHOR DEUS, pois segundo a Coroa do Verbo, tradutora cósmica Universal e origem de todos os sons, teríamos: ORI ou ARA – LUZ; XA – SENHOR; e LA, ou EL – DEUS.
Todos os termos ligados mais diretamente ao Cristo trazem em suas raízes fonéticas originais o termo YSHO, ou OSHY. Este é o nome cósmico do Verbo Divino, do cordeiro do Senhor, de Nosso Senhor Jesus, cujo nome hebreu era YESHUA. O nome de Moises traz também esta relação com o Divino. Como vimos, seu nome Iniciatico era: ASSAR- SHIPH. Moises é, pois um titulo, cujo pronuncia mais aproximada do original templário é: MOSHY. Em hebreu encontramos o hierograma MOUSSHI- WO, que significa “o libertador”. Em Celta Antigo encontramos o termo ESSUS, que significa igualmente, o Verbo Divino.
Seus atributos estão expressos na lamina 19 do Taro, que revela o sol espiritual do mundo. Uma das lendas entre os Yorubas e muito vigente nos Cultos de Nação Africana reza que Orixalá, devido a um desatino provocado pelos homens separou o mundo Divino “Orum” do mundo material “Ayê” com seu Opáxorô, o Cajado Mítico. Ora, o que si esconde por detrás deste Itán, que assim como todos os livros Sagrados possui vários sentido de entendimento? Trata-se realmente da derrocada do homem, da perda dos sentidos superiores, que o colocavam sempre em sintonia com as esferas acima. Seu “Cajado”, que possui três círculos representa, em sentido oculto, os três mundo, Mental, Astral e Físico e todos os níveis da criação. Infelizmente, determinamos aspectos profundos não são compreendidos, mas simplesmente “jogados” em sua parte profana aos prosélitos que são obrigados a aceita-los sem maiores explicações,
Orixalá em seu aspecto mais profundo é do Orixá da Luz Espiritual, representando a Origem e o Fim de todos os seres existentes, pois tudo parte e termina no Espírito. Por ser origem, traduz em seu aspecto externo como o “Velho”, por ser o mais Antigo. A verdadeira realidade do Orixá esta longínqua demais para ser expressa em palavras. Em seu ciclo evolutivo elevadíssimo, não podemos dizer de “Velho” ou “Novo”. Todas as colocações nesse sentido são vaga e finitas, pois não há Orixá ciumento, briguento, velho ou novo. Todo este tipo de compreensão esta preso ao mero aspecto da forma, não representando a realidade Divina. É, portanto, um conhecimento fisio-Androgônico.
Como já foi dito, o mito deveria ser uma porta de entrada, e não um motivo de entrave. Urge que comecemos a encarar sob uma nova ótica as lendas e os mito, para que não fiquemos presos a realidades ainda próximas de nossa pequena compreensão.