
Os Sete Orixás do Aumbhandhan:
Ogum: Signos: Áries e Escorpião:
É conhecido como o Guerreiro em sua parte profana, Exotérica, sendo ligado a inúmeros aspectos belicosos, beirando arquétipos negativos. Em todas as culturas encontra-se o Mito do soldado, do Guerreiro que si impõe contra todo e qualquer obstáculo.
Nas antigas línguas Templarias encontramos os termos AGNI, ou AGNI- OM, significando o fogo divino, AQUELE QUE MOVIMENTA OS ATRIBUTOS DA DIVINDADE. Na Kabala Oculta de Umbanda, na fonética oriunda do Abanheenga, esse nome si traduz como: O FOGO DA GLORIA E DA SALVAÇAO. É o senhor da vontade Divina e do movimento dos astros, é aquele que faz o homem buscar o motivo de sua existência, sendo por isso o Senhor das Estradas do Oculto. É o Senhor do Fogo que queima sem arder; O FOGO DIVINO EXISTENTE NOS MARES, que faz gerar a vida; a energia que vai do fogo para a água, do mundo Astral para o mundo materno, e para o mundo das formas densas. A água. É representado na lamina do Taro no Arcano A Força.
É o Divino Ares de Orpheu, o pai da mitologia grega, cujo tempo si encarregou de distorcer aquilo que velava um sem numero de mistérios. Orpheu, assim como Moises foram patriarcas pertencentes a mesma ordem, eram filiados a Ordem de Rama, ou ordem do carneiro. Guardiã das ancestrais e cósmicas lições da Raça Vermelha, com o tempo, esta ordem foi sendo dominada por políticos e aproveitadores que distorceram e vilipendiaram seus mais altos segredos.
Nas antigas escrituras não havia apenas a importância da letra e seu sentido. Havia, ainda, um numero associado a cada letra, sendo que um texto sagrado por vezes continha oculto em seu bojo formulas matemáticas complexas. Daí existirem mitos que não façam nenhum sentido nos dias de hoje, pois o seu verdadeiro teor estava expresso na matemática do Verbo e não na imagem da palavra. Tomemos como pequeno exemplo o termo grego Ares, ainda que fonetizado em português e somemos suas letras de acordo com a Lei do Verbo: A=1, R=200, E=5, S=60, o resultado é 266. Se somarmos cada algarismo teremos: 2+6+6=14; 4+1=5. Ou seja, o numero 5 sintetiza a palavra Ares. Tomemos, também, para ilustrar a síntese, a palavra GUM, como era fonetizado pelo Gêge, que, sendo mais antiga que Ogum, esta mais próxima da verdadeira sonometria. Em GUM encontramos G=3; U=70; M=40, sua soma da113, cujo o total é também 5.
O numero 5 nos abre grandes mistérios da Magia Celeste, sendo a porta de entrada para a Arte. Encerra em si os maiores segredos da musica celeste, relevando a chave que abre as portas para os Mantras Sagrados através da letra E. Aqueles que tiverem o discernimento e a semente do oculto em si, através do que dissemos, entenderão o que aqui esta expresso e procurarão as respostas em seus próprios Terreiros. Repetiremos, para complemento destas linhas que são misteriosas para maior parte dos Irmãos, as palavras de Lao-Tse, sobre este termo sagrado: “E- AQUELE QUE ESCUTAIS, MAS VOSSOS OUVIDOS NÃO OUVEM”.
E que soem, cada vez mais fortes, os Clarins de Ogum...